Atendimento especializado e humanizado

Tratamentos

Cada pessoa possui uma história, uma necessidade e um momento diferente. Por isso, a Fundação Penteado trabalha com avaliação individualizada, equipe multidisciplinar e modalidades de atendimento adequadas à realidade clínica e familiar de cada paciente.

Modalidades de atendimento

Entenda cada tipo de tratamento

A definição da modalidade deve considerar avaliação profissional, condição clínica, segurança, contexto familiar e os requisitos legais aplicáveis.

Com consentimento

Voluntário

Participação consciente do paciente

Ocorre quando a pessoa aceita iniciar o tratamento e participa da decisão de forma consciente. Na admissão, o paciente formaliza sua opção pelo regime voluntário.

  • Consentimento do paciente
  • Avaliação clínica individualizada
  • Participação ativa no plano terapêutico
  • Acompanhamento da equipe e da família
Solicitar orientação
Determinação judicial

Compulsório

Medida determinada pela Justiça

É a modalidade determinada pelo Poder Judiciário. O juiz analisa o caso, os documentos apresentados, as condições de segurança e as informações técnicas disponíveis.

  • Determinação judicial
  • Análise técnica e documental
  • Estrutura compatível com a decisão
  • Acompanhamento conforme o caso
Entender o processo

Cuidado integral

Mais do que uma modalidade de internação

A modalidade define a forma de ingresso. O tratamento, porém, precisa considerar a pessoa como um todo: saúde física, saúde mental, vínculos, rotina, histórico e perspectivas de reinserção.

Plano individualizadoCondutas adaptadas às necessidades identificadas na avaliação.
Equipe multidisciplinarDiferentes profissionais atuando de forma integrada.
Ambiente estruturadoRotina organizada para acolhimento, proteção e evolução terapêutica.

Etapas do atendimento

Como iniciamos o cuidado

1

Escuta inicial

A equipe entende o cenário, as necessidades e as principais preocupações da família.

2

Avaliação da situação

São analisados o quadro apresentado, o histórico, os riscos e as alternativas disponíveis.

3

Definição da modalidade

A orientação considera indicação profissional, consentimento, contexto familiar e requisitos legais.

4

Acolhimento e plano terapêutico

Após a admissão, a equipe organiza os cuidados e acompanha a evolução do paciente.

A família também faz parte do tratamento

Orientação, acolhimento e comunicação clara ajudam a família a compreender o processo e a participar de maneira mais segura e saudável.

Receber orientação

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre os tratamentos

Reunimos respostas objetivas para ajudar sua família a entender melhor as modalidades e os primeiros passos.

A definição depende da condição clínica, do consentimento do paciente, dos riscos identificados, do contexto familiar e da avaliação profissional. A equipe pode realizar uma escuta inicial e orientar os próximos passos.

Sim. Nessa modalidade, o paciente consente com o tratamento e formaliza sua opção pelo regime voluntário no momento da admissão.

Não. A solicitação familiar, por si só, não substitui a avaliação profissional. A internação involuntária precisa ser formalizada por médico responsável e atender aos requisitos legais aplicáveis.

A internação compulsória é determinada por decisão judicial e difere da internação involuntária, que é solicitada pela família ou pelo responsável legal. Geralmente, esse tipo de internação ocorre quando há necessidade de tratamento e a Justiça entende que a medida é indispensável para proteger a saúde e a integridade da pessoa.

Nos casos em que a família não possui condições financeiras para custear o tratamento, pode recorrer ao Poder Judiciário, por meio de advogado ou do Ministério Público, para solicitar a internação compulsória. Havendo deferimento, o juiz determina a internação e pode estabelecer que o município custeie o tratamento, seja em hospital especializado ou em unidade de saúde conveniada.

Em situações específicas previstas na legislação, o Poder Judiciário também pode substituir determinadas penas de menor potencial ofensivo, relacionadas ao uso de substâncias psicoativas, pelo cumprimento de tratamento especializado, sempre conforme análise do caso concreto e decisão judicial.

Não. A legislação brasileira estabelece que a internação deve ser indicada quando os recursos extra-hospitalares forem insuficientes. Cada caso exige avaliação individualizada.

O primeiro passo é conversar com a equipe, explicar a situação e fornecer as informações disponíveis. A partir dessa escuta, será possível orientar a família sobre avaliação, documentação e modalidade de cuidado.

Não sabe por onde começar?

Converse com nossa equipe. Vamos ouvir sua situação, esclarecer dúvidas e orientar o caminho mais adequado para o atendimento.

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